primeiros dias de Jericoacoara

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chegamos em Jericoacoara no meio da tarde da terça-feira retrasada mas só começamos a curtir mesmo a vila no dia seguinte. passamos a primeira noite num camping muito ruim e fugimos de lá assim que nasceu o sol. estabelecidos enfim no camping do Natureza, num quartinho com banheiro, saímos para caminhar pela praia.

nossa casinha em Jeri, com banheiro, varal e geladeira.
nossa casinha em Jeri, com banheiro, varal, ventilador e geladeira.

o dia amanheceu meio nublado. seguimos para o lado esquerdo pela praia principal, passando pela frente da famosa Duna do Pôr do Sol, e caminhamos até começar a sentir fome. voltamos para a vila para almoçar um PF, indicação de um mineiro que conhecemos no camping. à tarde aproveitamos a maré baixa para andar até a Pedra Furada.

areia cinzenta de Jeri.
areia cinzenta de Jeri.
passando a duna do pôr do sol.
passando a duna do pôr do sol.
vista do caminho para a Pedra Furada.
vista do caminho para a Pedra Furada por cima.
Pedra Furada na maré baixa.
Pedra Furada na maré baixa.
foto tirada pelo guia Tatuzinho, que conhecemos por ali.
foto do guia Tatuzinho, que conhecemos por ali. a pergunta é se o apelido se deve à sua pouca altura ou ao fato de ele gostar de deitar na areia para tirar fotos.

não deu tempo de voltar para o pôr do sol na duna: o Fabio topou o pé numa pedra e ficamos na praia mesmo, com um saquinho de gelo. no final das contas o sol se escondeu atrás das nuvens antes mesmo de se aproximar do horizonte.

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ops.
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fim de tarde nebuloso.

logo no dia seguinte acordamos cedo para fazer um dos passeios de buggy. fomos direto para a Jumentur, agência do guia Tatuzinho, que tínhamos conhecido na Pedra Furada no dia anterior. os preços são os mesmos sempre (200 reais o buggy para dividir em até quatro pessoas, que na verdade são 160 se você insistir um pouquinho mais). fomos com uma dupla de pai e filho de Brasília para o percurso da parte Leste de Jericoacoara: Lagoa do Paraíso e Lagoa Azul. levamos uns sanduíches para o almoço porque a comida nas barracas é tudo muito caro.

mais uma vez um dia nublado e meio frio, considerando o vento que nunca para.

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Lagoa do Paraíso ainda com nuvens.
vida difícil.
vida difícil.
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o sol aparecia e fazia iluminar toda a lagoa.
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Fabio torrando na Lagoa Azul depois que o sol saiu de vez.
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ficamos na Lagoa Azul até depois das três da tarde, enquanto o guia Tatuzinho dormia placidamente no buggy.

no final do dia ainda subimos a duna para ver o pôr do sol lá de cima. dizem que é uma das coisas mais bonitas do mundo. a verdade é que não pegamos nenhum pôr do sol com o céu muito limpo. sempre tinha uma nuvenzinha distante e cinzenta para engolir o sol antes que ele encostasse no mar.

subir a duna é fácil. o difícil é ficar lá em cima sem engolir areia. o vento vem, como em qualquer ponto do litoral cearense, do leste, que no caso significa pelas costas. e vem trazendo areia de tudo que é duna que encontra pelo caminho.

pôr do sol na duna.
pôr do sol na duna.
cirrus no pôr do sol.
nuvens cirrus abraçando o pôr do sol.

nos outros dias ficamos um pouco mais à toa. conversamos com o pessoal do camping, lemos (desenhei um tanto também), mergulhamos no mar (tentamos; o mar de Jeri é desses que você anda três quilômetros e a água continua no seu joelho – se a maré estiver cheia).

no domingo 1º de setembro fizemos o outro passeio de buggy, para o lado da vila de Tatajuba, também com o guia Tatuzinho. dessa vez a companhia foi um carioca e uma paulistana.

dia de céu azul e muito sol.
dia de céu azul e muito sol e protetor solar.
guia Tatuzinho.
guia Tatuzinho contando a história de Tatajuba.
travessia de balsa.
travessia de balsa.
mangue seco.
mangue seco.
vila de Tatajuba.
vila de Tatajuba.
cenário das dunas petrificadas. coisa de seriado de ficção científica.
cenário das dunas petrificadas. coisa de seriado de ficção científica.
mais uma foto do guia Tatuzinho deitado na areia.
mais uma foto do guia Tatuzinho deitado na areia.
no topo da duna do funil.
no topo da duna do funil.
parada para almoço e mergulho.
parada para almoço e mergulho. claro que levamos nosso lanchinho e aproveitamos para dar uma volta de caiaque.

o plano inicial era ficar até o dia 2 de setembro, quando o quarto em que estávamos deveria ser desocupado por causa de uma reserva. mas o dono do camping logo nos ofereceu um desconto camarada para o caso de querermos estender a estadia em barraca. a ideia pareceu bem razoável. tínhamos levado barraca e não custava nada usar um pouquinho. fizemos as contas e concluímos que o dinheiro ainda dava para mais uns cinco dias. na segunda-feira então acordamos, arrumamos as malas e nos mudamos para debaixo de uma sombra dos cajueiros.

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