Chegada em Rolândia

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Depois de passar algumas semanas em Marília, hoje de manhã vim para Rolândia, no norte paranaense, para fazer wwoofing.

Decidi, nessa segunda etapa da viagem, tentar pegar o máximo de caronas possível para diminuir os custos de transporte e poder visitar várias dessas  pequenas cidades da região sul do Brasil. Vamos ver se eu consigo, pegar carona exige certa dose de disposição e paciência.

Como imaginei pegar uma carona de Marília para Londrina e depois outra para Rolândia, acordei bem cedo com a expectativa de gastar de duas à três horas esperando cada uma das caronas. Então às 06:00 da manhã acordei com um temporal tenebroso em Marília. O céu tinha nuvens bastante carregadas e pensei que não ia conseguir pegar carona, que teria de adiar minha ida ou  ceder para um ônibus. Mas foi só eu terminar de tomar o café da manhã que a chuva começou a ficar cada vez mais fraca. Até parar.

Às 08:00 da manhã peguei a mochila, que parecia mais pesada desde que cheguei ali (toda vez que você pega sua mochila, ela está mais pesada), e fui andando para a estrada. Às 09:00 já havia conseguido uma carona com o Tiago, que seguia para sua casa em Arapongas, também no Paraná.

Tiago e sua caminhonete
Tiago e sua caminhonete.

Fomos conversando durante todo o caminho sobre os mias variados assuntos e o Tiago fez a gentileza alterar seu caminho para me deixar na rodoviária de Rolândia.

Chegando foi fácil ligar para o Adrian, da Pousada Marabú, onde vou passar as próximas semanas como wwoofer. Chegando aqui, fui recebido com um almoço delicioso. Mais à tarde fui com o Adrian e o Ruben, que também está fazendo wwoofing, colher caqui, goiaba e manga.

Ainda não tirei fotografias, mas adianto que a pousada é deliciosa, com cachoeira e trilhas por perto. Além da pousada o Adrian faz geléias e patês caseiros com o que nós colhemos no pomar.

Ruben
Ruben e seu chapéu de Manchester

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