alegrias de couchsurfing

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couchsurfing é um troço muito massa. eu sempre acho meio temeroso, porque você não conhece a pessoa e ela pode não ter nada a ver com você, e você fica lá meio sem jeito numa casa estranha etc. até agora nunca. digo: sempre acaba dando certo.

em Foz por exemplo eu acabei prolongando minha estadia pra passar uns dias com a Eva, uma uruguaia do couchsurfing que me convidou pra ficar na casa dela. a gente se divertiu horrores, mesmo com ela precisando terminar um trabalho pra faculdade e não podendo me acompanhar até Puerto Iguazu pra visitar o marco das três fronteiras e a feirinha.

el hitito!
el hitito!
carlinha, eu e eva; e charles, o gato.
carlinha, eu e eva; e charles, o gato.

claro que teoricamente a gente escolhe pra quem mandar o pedido, e imagina que quem te aceita tem algum interesse em te conhecer. mas albergue é mais fácil: você está lá e não precisa falar com ninguém se não tiver vontade.

mas aí cheguei em Posadas e fui recebida pela Mia, que é quietinha e quase séria mas uma pessoa muito massa. cheguei, almoçamos e conversamos um pouco. depois ela tinha que estudar e eu fiquei desenhando e escrevendo.

à noite a gente caminhou pela costaneira e fez pizza com queijo de verdade (queijo argentino é bom demais). um amigo dela que mora por ali veio pra bater papo e me perguntar mil coisas sobre o português, que ele está aprendendo.

ao fundo o Paraguai.
o rio Paraná e ao fundo o Paraguai.
Mia, eu e a pizza.
Mia, eu e a pizza.

pena que por causa do horário de ônibus pro Brasil, que só sai duas vezes por semana, não deu pra ficar mais um pouco. acordamos cedo e fomos até o rio Paraná: sentamos numas pedras e ficamos tomando sol e mate, até dar a hora de voltar, fechar a mochila e rumar à rodoviária.

rio Paraná pela manhã.
rio Paraná pela manhã.

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